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EUA – PPI e Preços de Importações – Indicadores Recuam Com a Volta do Petróleo Mas Quadro é Preocupante

O quadro é preocupante porque mostra uma mudança importante de patamar da inflação ao nível do produtor, de cerca de 2% a 3% ao final do ano passado para 5% nas últimas leituras. Mesmo se os preços do petróleo voltarem, é pouco provável que inflação no atacado recue para o nível anterior.

EUA – CPI de Junho Mostra Inflação Longe da Meta, Mas Sem Tendência de Alta

Nossa leitura mais recente é de que o choque do petróleo não tem se mostrado suficiente para produzir uma tendência altista. A variação interanual dos núcleos da inflação deverá permanecer entre 2,5% ao ano (para CPI) e 3% ao ano (pata deflator do PCE) por algum tempo.

Choque do Petróleo e Inflação: Brasil x Estados Unidos

Um impulso fiscal continuamente expansionista, um hiato do produto mais apertado e, sobretudo, uma política monetária caracterizada por menor credibilidade, explicam porque as expectativas de inflação de 10 anos aumentaram mais e de forma mais persistente no Brasil do que nos Estados Unidos.

Preços do Petróleo Recuam – Inflação Deve Entrar (Temporariamente) Em Terreno Negativo – Resumo Mensal Pezco

Os preços do petróleo já recuaram para perto dos níveis praticados no início do ano. O mesmo aconteceu com importantes matérias primas, como cobre, alumínio e uréia.

Museu de Grandes Novidades (por Tatiana Pinheiro)

Feitas as contas, fica claro que a questão é transformar medidas tecnicamente desejáveis em decisões politicamente viáveis. O ajuste necessário para estabilizar a dívida pública é grande. As propostas mais frequentes do debate fiscal são conhecidas e já foram discutidas por governos de diferentes orientações políticas, o que evidencia a dificuldade do tema.  

Trump 500 dias: Muito Barulho Por (Quase) Nada

Uma redução mais drástica das necessidades de financiamento do setor público via corte de gastos ficou na promessa. A redução do déficit primário (sem contar juros), de 3,2% do PIB ao final do governo Biden, para 2,7% em 2025 e, provavelmente 2,5% em 2026, não parece suficiente para mudar a dinâmica do resultado nominal. O ajuste tem ocorrido mais em função de aumento da arrecadação do que de redução de gastos.  

Inflação e Credibilidade

por Tatiana Pinheiro. Fim do processo desinflacionário observado no segundo semestre de 2025. É isso que o IPCA de maio sugere ao registrar alta de 0,58% m/m e 4,72% em 12 meses.

Crescimento em Desaceleração

O PIB brasileiro cresceu 1,1% no 1tri26, na comparação trimestral. Apesar de o desempenho estar em linha com o esperado pelos analistas.

Tendência Ainda é de Crescimento da Inadimplência

A estimativa é que a conta anual de juros das famílias já alcance R$ 1 trilhão.

Estudos aprofundados para decisões estratégicas de alto nível.

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